8 dicas para ter o colchão dos seus sonhos
– Importante ser assertivo na escolha do colchão. O produto novo pode durar 5 anos ou mais. Sentir-se desconfortável 8 horas por dia durante tão longo período não é interessante. Outra razão ainda mais relevante é o fato do sono ter influência sobre funções vitais. Dormir mal por tanto tempo certamente afetará a saúde.
– Definir com antecedência as dimensões do futuro colchão. O produto deve caber no espaço disponível e acomodar o usuário com alguns centímetros excedentes, tanto no comprimento quanto na largura. Casais devem considerar a compleição física do maior parceiro. O tamanho selecionado deve ter comprimento maior que a pessoa mais alta. Quanto à largura, algum espaço de sobra entre os dois membros do casal e também nas laterais.
– Pesquisar para conhecer os tipos de colchões, materiais de constituição e públicos mais indicados. Deve-se entender minimamente sobre os sistemas de molas, as diferenças entre os modelos de espuma, as vantagens de colchões de látex, qualidades do viscoelástico. Conhecendo um pouco sobre os colchões disponíveis e aplicações, deve-se comparar as opções com as características do futuro usuário, para melhor direcionamento da compra: solteiro ou casal, biotipo, preferências quanto à firmeza ou maciez, problemas de saúde que imponham condições especiais, preferência por maior retenção de calor ou por modelos mais arejados.
– Experiências de outras pessoas com determinados modelos e marcas podem ser levadas em consideração, mas o que conta mesmo é a experiência anterior do próprio usuário, suas preferências e a análise dos tipos de colchões disponíveis.
– Se não há orientação médica para uma característica específica, o colchão escolhido, molas ou espuma, deve ser ajustado ao biotipo do usuário e preferências quanto ao tipo de conforto. Casais devem levar em consideração a transferência de movimentos e escolher modelos capazes de atenuar esse efeito, especialmente se há inconvenientes por um dos parceiros ser inquieto durante o sono. Colchão com especificações não ajustadas ao usuário pode gerar muito desconforto e ter a vida útil reduzida.
– Não escolher simplesmente baseado em menor preço. Se o valor do produto é um dos fatores decisivos, pesquise modelos ajustados à quantia que deseja pagar, mas que sejam adequados ao perfil do usuário. Na hora de estipular limites de preço, considere a durabilidade estimada dos modelos pesquisados. Pode haver uma compensação se o colchão durar alguns anos mais. No fim das contas, relação custo x benefício parece ser sempre a melhor opção.
– Na hora da compra, testar o colchão, deitando-se sobre ele. Não vale apertar, sentar nas bordas ou passar a mão sobre o forro, tem que deitar e perceber o conforto que proporciona. Deve-se simular a posição preferida de dormir e permanecer por alguns instantes. Testar outras posições também é importante, pois ninguém permanece estático toda a noite. Se for colchão para casal, os dois devem fazer o teste, simultaneamente. A ideia é verificar se o produto corresponde ao resultado das análises propostas nos itens acima.
– Por fim, informe-se sobre o tempo máximo de utilização sugerido pelo fabricante. Informe-se também sobre limpeza e orientações de conservação. Justamente sobre limpeza e conservação, encerramos com algumas sugestões que servem para qualquer modelo: não sente nas bordas, nem fique em pé sobre o colchão; cuidado com fontes de calor, líquidos e resíduos de alimentos; não coloque roupas ou objetos trazidos da rua sobre o colchão.
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