Hormônio do sono e da saúde

Hormônio do sono e da saúde

Principal agente regulador do sono, a melatonina desempenha funções que contribuem significativamente para a manutenção da saúde. Nos tópicos a seguir, informações para melhor conhecimento sobre a ação deste hormônio e para reiterar a importância da boa qualidade no repouso.

– A melatonina é um hormônio secretado pela glândula pineal e produzido naturalmente pelo corpo humano a partir do composto denominado triptofano. Este aminoácido só pode ser obtido pela alimentação, já que o organismo não o produz. Com orientação especializada, pode também ser ingerido através de suplementos. Fontes de proteína de origem animal são ricas em triptofano, assim como as amêndoas, nozes, castanha, banana, grão-de-bico e mel. No ser humano, o sono apenas é iniciado na presença da melatonina.

– A ausência de luz percebida pela retina do olho humano resulta em sinais que são transmitidos ao núcleo supraquiasmático e posteriormente à glândula pineal, para início da produção da melatonina. O hormônio só é produzido quando não há luminosidade. A presença de luz inibe a produção e promove o despertar e o estado de alerta.

– Sem luminosidade e sob ação de enzimas, o triptofano ingerido nos alimentos é convertido em serotonina, posteriormente em N-acetilserotonina e por fim em melatonina. Essencial a ingestão de boas quantidades de triptofano diariamente e a eliminação de estímulos luminosos perto da hora de dormir. A alimentação balanceada também contribui para bons níveis de serotonina, assim como as atividades físicas e outras medidas saudáveis que promovam bem-estar.

– A melatonina promove redução da frequência cardíaca e da resistência dos vasos sanguíneos, consequentemente equilibrando a pressão arterial. Os efeitos regulares do hormônio sobre o sistema cardiovascular auxiliam na prevenção da hipertensão, arritmias e doenças coronarianas.

– A melatonina tem efeito antioxidante superior a certas vitaminas. O hormônio promove eliminação ou estabilização de radicais livres, conhecidos causadores de danos às células e responsáveis por processos degenerativos. Reações entre radicais livres e outras substâncias presentes no corpo afetam células saudáveis. A melatonina pode inibir a geração de moléculas oxidativas ou reagir diretamente com elas, de maneira a formar produtos estáveis não nocivos.

– A melatonina também pode ser produzida fora da glândula pineal. Nestes casos, a ação da substância não está associada ao ciclo sono-vigília. Na pele, por exemplo, atua como antioxidante. No intestino, favorece a absorção de nutrientes e serve como recurso de proteção da mucosa intestinal. No sistema imunológico, a melatonina contribui para a identificação de patógenos e regula a ação de leucócitos sobre tecidos inflamados.

– A melatonina pode favorecer a prevenção de tipos de câncer da mama, já que a substância inibe o crescimento dos tumores que dependem da ação do estrogênio. Pesquisas avaliam possíveis benefícios na prevenção de outros tipos de neoplasias malignas.

– Estudos recentes sugerem que a melatonina aumenta a sensibilidade à insulina em alguns tecidos do corpo. Também associam a substância à regulação dos níveis secretados de insulina e glucagon, hormônios produzidos pelo pâncreas com o objetivo de regular quantidades de glicose no sangue e seu aproveitamento como fonte de energia. Portanto, a melatonina pode ser benéfica à prevenção do diabetes.

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