Sono para queimar gorduras
Dormir bem pode ajudar a manter níveis adequados de gordura corporal. Parece um contrassenso, diante das constantes recomendações para uma vida ativa e prática regular de exercícios, mas a afirmação é verdadeira. Atividades físicas e outros hábitos voltados à redução calórica são mesmo essenciais, mas quando for para a cama, durma o tempo que precisar para acordar revigorado, e contribuirá para eliminar gorduras que podem ser prejudiciais à saúde.
Gordura eliminada pela respiração
No ano de 2014, pesquisadores da Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália, publicaram no conceituado periódico de medicina BMJ os resultados de uma análise sobre o processo de eliminação da gordura corporal. Segundo os estudiosos, quando as moléculas de gordura são quebradas para gerar energia ao corpo, 84% do que não é aproveitado se converte em Dióxido de Carbono, eliminado pela respiração. A porcentagem de água a ser expelida pelo suor, urina e fezes é de apenas 16%. Os pesquisadores afirmaram também que um terço de toda a gordura processada é eliminada durante o sono, principalmente através da respiração. Não parece difícil de compreender. Normalmente, dormimos um terço das 24 horas de um dia. Durante o repouso, as “fábricas” do corpo atuam incessantemente, produzindo hormônios, sintetizando proteínas, eliminando toxinas, regenerando tecidos, restabelecendo o equilíbrio do sistema nervoso central. Parte do combustível dessas operações é obtido da queima das gorduras. Atividades físicas e alimentação balanceada contribuem significativamente no processo, mas não se pode descuidar da qualidade e tempo do sono. De 2014 para cá, pesquisas têm corroborado as afirmações dos médicos australianos.
Equilíbrio entre quantidade ingerida e quantidade consumida
O que for ingerido através dos alimentos deve ser suficiente para gerar energia ao corpo. O excesso, assim como acontece em qualquer outro contexto, acumula-se e prejudica. Enquanto dormimos, não comemos, e assim deve ser. Os níveis de grelina, hormônio produzido no aparelho digestivo e que no jejum sinaliza a necessidade de comer, permanecem controlados durante o repouso. A leptina, o hormônio da saciedade, mantém-se em quantidades mais elevadas e estabelece o equilíbrio. É o período de queimar as calorias ingeridas e aplicar a energia resultante em processos vitais. A privação de sono inverte as duas substâncias, com maiores níveis de grelina e consequentemente maior ingestão de alimentos. Os assaltos às despensas e geladeiras levam ao acúmulo de calorias, ao invés da queima a que corpo está naturalmente programado. Outro fator constantemente abordado pelos pesquisadores é a manutenção da massa muscular. Manter músculos fortes é sinônimo de boa saúde e exige grande gasto calórico. Acontece que a massa magra precisa de proteína e determinados hormônios produzidos pelo corpo. A síntese proteica ocorre majoritariamente durante o sono, assim como o equilíbrio na liberação de substâncias como o GH e a Testosterona. Os estrogênios, hormônios associados ao sistema reprodutor feminino, desempenham papel importante na manutenção da saúde de músculos e também estão relacionados à qualidade do repouso. A privação de sono afeta todo este equilíbrio. Por consequência, interfere na manutenção da massa muscular e na queima calórica. Sem falar do cansaço diurno e falta de disposição para as atividades físicas, essenciais à manutenção dos músculos e eliminação de gorduras.
Vida ativa e sono de qualidade
Não há receita melhor para queimar calorias e manter-se saudável. Movimente-se, faça atividades físicas, mas na hora de desligar o interruptor, faça de verdade e não economize no tempo sobre o colchão. Você pode caminhar, correr, nadar, frequentar academias, dançar, lutar, fazer o esporte que preferir, deve também investir em alimentação balanceada, mas não pode descuidar da qualidade do sono.
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