O sono do brasileiro anda mal

O sono do brasileiro anda mal

Você dorme bem? Se você respondeu sim, quais critérios utilizou para chegar a essa reposta? Quantas horas dorme em média por noite? Quando acorda, você se sente realmente descansado, revigorado? Usa aparelhos eletrônicos quando está na cama, pouco antes de dormir? Dados de pesquisas realizadas nos anos de 2019 e 2020 indicam que a qualidade do sono do brasileiro não está boa.

60% dos brasileiros dizem que acordam cansados. Acordar cansado é um forte indício de sono de baixa qualidade. Curioso é que algumas dessas pessoas, quando perguntadas se dormem bem, respondem automaticamente que sim. 20% dos cidadãos e cidadãs consultados afirmaram que sempre dormem menos de 6 horas por noite. Ocorre que o estágio do sono chamado REM, importante para o processamento da memória e do conhecimento e onde ocorre parte da recuperação física do indivíduo, apenas se desenvolve plenamente na segunda metade do tempo de descanso. Portanto, quem dorme menos de 6 horas pode sofrer prejuízos de até 60% do estágio REM, segundo especialistas.

Desligue-se

28% dos participantes nas pesquisas demoram mais de 30 minutos para adormecer. Ficar na cama sem dormir pode provocar ansiedade. Além do prejuízo à noite de sono, o corpo cria um condicionamento que leva o indivíduo a ficar sempre tenso quando deita. “Eu deito e não consigo dormir, por isso, meu corpo passa a não querer ficar na cama”. O fato de deitar gera apreensão, demora-se mais para adormecer e a noite de sono já começa mal. Se está demorando para dormir, saia da cama por uns instantes, faça alguma atividade de baixa intensidade, como ouvir música suave ou ler. Não ligue a TV, não recorra ao computador e não use o telefone celular.

E por falar em celular, as pesquisas concluíram que quase 80% dos brasileiros levam computador ou smartphone para a cama. Um péssimo hábito. A luz gerada por esses aparelhos inibe a produção de melatonina, o hormônio regulador do sono. Além disso, redes sociais, notícias, trabalho, tudo isso gera ANSIEDADE, palavra inimiga de uma boa noite de sono. Se for realmente imprescindível usar computador ou celular pouco antes da hora de dormir, faça fora da cama e tente utilizar algum recurso para filtrar a luminosidade dos aparelhos.

Acorde para os fatos

Dados também preocupantes dizem respeito à importância que alguns brasileiros dão ao sono. 50% dos entrevistados nas pesquisas entendem que dormir mal não impacta no desempenho das atividades diurnas. Também 50% dos consultados afirmam não cumprir as orientações de fabricantes e especialistas sobre os limites de anos para substituição de travesseiros e colchões. Por fim, mais de 80% nunca usou aplicativo de monitoramento de sono.

Importante que você não seja mais um a contribuir com os dados acima. Fique atento aos seus hábitos noturnos, notadamente quanto à alimentação, consumo de bebidas e uso de eletrônicos. Especial atenção ao seu lugar de dormir, principalmente a qualidade do seu colchão. Adquira um colchão que seja adequado ao seu biotipo. Há muitas opções e esteja certo que alguma vai atender a seus gostos pessoais e exigências quanto a espaço e decoração. Colchão de espuma, de molas, de molas individuais ensacadas, viscoelástico, visco + sintético, com cama box, há materiais e modelos dos mais variados. Faça um investimento que proporcionará anos de sono tranquilo. Lembre-se, mais que investir em conforto, estará investindo em saúde.

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