O brasileiro precisa dormir melhor

O brasileiro precisa dormir melhor

Ainda há muito para desvendar sobre o sono, mas o aumento expressivo na quantidade de pesquisas sobre condições e duração do repouso são indícios da atenção ao tema em períodos recentes, especialmente por parte de entidades e profissionais de saúde. Confira alguns dados sobre qualidade do sono publicados a partir do ano de 2020:

– 65% dos brasileiros não dormem satisfatoriamente, segundo pesquisas publicadas nos primeiros meses de 2020; percentual muito elevado quando comparado aos 40% que a OMS estima para a população mundial; os impactos da pandemia, especialmente as tensões resultantes das incertezas do cenário, podem ter feito o índice superar os 70%; os mais afetados são os adultos jovens, provavelmente em virtude das pressões para conciliar atividades profissionais e acadêmicas; o consumo de bebidas estimulantes e o uso indiscriminado de dispositivos eletrónicos de comunicação também são agravantes;

– o percentual com distúrbios ou dificuldades para dormir é maior entre as mulheres; 70% das brasileiras já apresentavam sono em condições insatisfatórias mesmo antes da fase mais aguda da pandemia;

– pesquisa publicada no periódico JAMA Psychiatry revelou que 75% das pessoas com depressão também sofrem de insônia; nestes casos, uma relação bidirecional complica consideravelmente o quadro, já que a depressão pode ser causa para a insônia ao mesmo tempo que é agravada por esta;

– apenas 7% dos brasileiros recorreram ao auxílio de profissional de saúde para solucionar problemas com o sono; para as pessoas com repouso insatisfatório, a procura por apoio especializado figura na nona posição dentre as medidas para reverter o quadro; as ações mais adotadas pelos brasileiros que gostariam de dormir melhor foram regular horários de sono e investir em alimentação saudável;

– relatório de uma pesquisa realizada em novembro de 2020 indicou que 60% dos brasileiros consultados alegaram acordar cansados; 68% disseram perceber que o nível de atenção é baixo, ou seja, levantam da cama mas demoram a despertar de fato; 20% dos entrevistados afirmaram dormir menos de 6 horas por dia; a latência do sono, tempo decorrido do momento que a pessoa se deita ao instante que adormece, é superior a meia hora para 28% dos homens e mulheres consultados;

– 77% dos brasileiros acreditam que insônia é apenas reflexo de alguma enfermidade ou mudança de hábito, portanto, não a compreendem como distúrbio e desconhecem que há recursos para diagnóstico e tratamento;

– 40% dos brasileiros apresentam cronotipo intermediário, ou seja, os picos de liberação da melatonina, hormônio regulador do sono, acontecem por volta das 3 da manhã; 30% da população brasileira tem cronotipo vespertino, picos de melatonina ao final da madrugada, sendo estes os mais propensos a hábitos irregulares de sono; somente os demais 30% apresentam cronotipo matutino, com picos de melatonina antes da meia-noite; estas são as pessoas que dormem e acordam cedo regularmente;

– 1 bilhão de pessoas no planeta com idades entre 30 e 70 anos sofrem de apneia obstrutiva do sono; o percentual da população brasileira com este distúrbio na mesma faixa etária pode alcançar os 30%.

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