Glossário dos Colchões – Parte II
Recentemente, publicamos um texto com significados de 4 expressões comumente utilizadas no mercado de colchões, mas que podem não ser usuais ao público: tipo de conforto, molejo, densidade e pillow top. A seguir, esclarecemos mais 4 termos corriqueiros aos profissionais, para que se tornem também conhecidos dos usuários de produtos. Reforçamos a importância da pesquisa pelo futuro comprador de colchão, para que perceba melhor as especificações dos modelos e tenha uma boa noção do que poderá atender suas expectativas. Leia os 4 tópicos a seguir, elimine possíveis dúvidas ou reforce o que já sabia.
Alta resiliência (HR) – Primeiramente, cabe explicar que no ramo de colchões, o termo alta resiliência e a sigla HR estão relacionados às espumas. Portanto, a aquisição de produtos deve ser orientada pela densidade correspondente ao biotipo do usuário e tipo de conforto desejado. A sigla HR significa high resilience, expressão em inglês para alta resiliência. Originalmente aplicado na física, o termo resiliência indica a capacidade de um material absorver energia sem sofrer ruptura, retornando à forma original quando retirada a pressão sobre o mesmo. Mais usualmente, resiliência significa a capacidade de resistir a uma pressão ou mudança, adaptando-se a uma nova condição. Pessoas resilientes adaptam-se facilmente a novos ambientes ou exigências de trabalho. A espuma para colchões HR é capaz de recuperar a forma mais rapidamente, logo que o usuário deixa a cama. Colchão com espuma HR adequa-se à pressão exercida sobre ele, mas volta à condição original de maneira rápida, assim que deixa de ser utilizado. Modelos com tal característica prometem boa durabilidade.
Viscoelástico – Material de alta tecnologia, sensível à pressão e temperatura, originalmente desenvolvido pela NASA (agência espacial norte americana). Criado para melhor conforto das tripulações de aeronaves e espaçonaves, o viscoelástico passou a fazer parte da indústria de itens de descanso. Colchões com viscoelástico também são classificados por densidade. O material permite que o colchão se adapte ao contorno do corpo do usuário e não exerça pressão excessiva contra partes mais resistentes, como quadris, ombros e coxas. Quanto maior a espessura da camada de viscoelástico, melhor o efeito. Também associado à expressão memory foam.
Molas pocket – Trata-se do sistema de molas individuais ensacadas. São colchões cujo núcleo é constituído por molas independentes, agrupadas em grande concentração, cada uma revestida por um invólucro de TNT (espécie de saco produzido em polímero; uma única mola para cada invólucro). Os colchões de molas pocket são muito procurados por casais, pois os movimentos de um lado da cama não se propagam pelo colchão inteiro, portanto, não afetam quem mais estiver deitado. Há um sistema considerado a evolução das molas individuais ensacadas, ainda pouco difundido no mercado, que promete os mesmos benefícios dos modelos pocket, mas com maiores níveis de firmeza e suporte de peso. Geralmente, os colchões de molas individuais ensacadas são mais flexíveis e têm menor suporte de peso que o sistema LFK.
Molas LFK – Sistema constituído de molas de diâmetro padrão, com espessura de 2 ou 2,2 milímetros, agrupadas em grande concentração. A forma como é montado torna o sistema resistente e reduz movimentos laterais das molas. Normalmente, as bordas da estrutura são reforçadas, assegurando maior estabilidade. Os colchões de molas LFK caracterizam-se pela firmeza e bom suporte de peso. São muito apreciados pelo setor hoteleiro, devido à durabilidade e boa relação custo-benefício. A sigla LFK deriva de Lura-flex, nome dado à tecnologia de montagem desse tipo de colchão. São mais procurados por usuários que preferem colchões de molas e priorizam firmeza e durabilidade.
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