Verdades e mitos sobre colchões e sono

Verdades e mitos sobre colchões e sono

Considerando a quantidade de conteúdo disponível na Internet e a impossibilidade de avaliar a idoneidade de todas as fontes, produzimos os tópicos a seguir contendo mitos e verdades a respeito de colchões e qualidade do sono, com o intuito de esclarecer dúvidas sobre 6 temas bastante difundidos, alguns deles associados a práticas que podem ser nocivas à saúde. Aproveitamos para reforçar um alerta que já publicamos em texto anterior aqui do blog: cuidado com as sugestões de quem não é especialista e com as fontes de informações; dúvidas sobre colchões, esclareça com fabricantes e vendedores regularizados, esses sim, verdadeiros especialistas; questões sobre sono e possíveis distúrbios, trate com um profissional médico.

1. Colchões que auxiliam na cura de doenças.

Certamente que isso não existe. O colchão adquirido de acordo com o biotipo e características de sono do usuário, levando em consideração problemas de saúde será um bom aliado, promoverá descanso reparador e não agravará enfermidades já existentes. Cura depende de medicamento e terapia apropriados. Colchão proporciona sono de qualidade, bom para a saúde de qualquer pessoa. Quanto aos colchões terapêuticos, podem promover melhor relaxamento e por isso contribuir para a boa qualidade do sono, mas como qualquer outro modelo, devem estar ajustados aos respectivos usuários. Podem até proporcionar benefícios adicionais que favoreçam bem-estar, mas não substituem o trabalho de médicos e fisioterapeutas. Não há colchão milagroso.

2. Colchão de molas é barulhento e mole.

Mentira! O colchão de molas ajustado ao usuário e tão bom quanto qualquer outro. Adquirir um produto com molejo e revestimento compatíveis com o perfil do utilizador assegura suporte de peso adequado, firmeza ou maciez pretendida,  individualidade das partes da cama, alinhamento da coluna e ajuste às curvas naturais do corpo. Há sistemas de molas no mercado apropriados para pessoas de qualquer compleição física, solteiros ou casais, com diferentes hábitos e características de sono, sem produzir ruído algum.

3. Adultos precisam de apenas 6 horas de sono diários.

Mentira perigosa! O tempo adequado de sono varia por pessoa e faixa etária, mas certamente que menos de 6 horas não são suficientes, não para a esmagadora maioria dos seres humanos. Adultos, tanto homens quanto mulheres, precisam dormir ao menos 7 horas. Para crianças e adolescentes, o tempo mínimo é ainda maior. A expressão “passar um terço da vida dormindo” tem uma razão: 8 horas (um terço da duração do dia) é de fato um bom tempo de sono para um adulto. Quem tenta treinar o corpo para dormir menos terá a saúde prejudicada. Privação de sono pode resultar em problemas cardiovasculares, prejuízo à memória e raciocínio, ganhos excessivos de peso, produção irregular de hormônios, agravamento de doenças neurodegenerativas, dentre outras consequências ruins. Sacrificar o sono, apenas em situações extremas, mas não pode se tornar rotineiro. Dormir menos intencionalmente, para treinar o corpo, é inadmissível.

4. Quanto mais duro o colchão, melhor para a coluna.

Lenda! Colchão excessivamente firme não faz bem para ninguém. O colchão deve oferecer o suporte necessário ao correto alinhamento da coluna vertebral e sem pressão demasiada contra regiões mais salientes, como ombros e quadris. Dormir sobre uma superfície demasiadamente rígida afeta a curvatura lombar e da cintura, produz dores nas costas, gera desconforto nos ombros e no pescoço e tensão muscular indevida, Adquirir um modelo com maior grau de firmeza deve ser motivado por preferência. Contudo, comprar um colchão com densidade não apropriada para aliviar possíveis problemas de coluna pode ter péssimo resultado.

5. O colchão deve ser substituído apenas quando apresentar deformações.

Não é verdade. Há deformações visíveis, grandes manchas na superfície, mofo, desgaste excessivo do forro, talvez já tenha passado da hora de comprar um colchão novo. O fabricante do colchão indica o tempo máximo de utilização, espécie de período de validade, ajustado às características e especificações do modelo, desde que sejam respeitadas as orientações quanto ao uso. Se os cuidados de limpeza e conservação não forem adequados, essa vida útil pode até ser reduzida. Fique atento ao tempo de uso sugerido pelo fabricante e possíveis sinais de deterioração. Colchão danificado ou fora da validade afeta a qualidade do sono e pode gerar prejuízos à saúde.

6. Sono da beleza.

Para encerrar, uma grande verdade: dormir bem traz benefícios estéticos sim. O sono de boa qualidade auxilia no controle dos níveis de cortisol. Em quantidades indevidas, este hormônio provoca vasocontrição, resultando em prejuízos à pele, especialmente no rosto. Por isso as profundas olheiras e os inchaços quando você dorme mal. Outro benefício do sono bom é a reposição das fibras de colágeno, substância que proporciona elasticidade à pele, evitando a formação precoce de rugas e prevenindo a flacidez. As fibras de colágeno são restabelecidas durante o sono. Dormir bem favorece a liberação regular do hormônio do crescimento em pessoas de qualquer idade, contribuindo para a tonificação de músculos, vigor físico e queima de gordura. O sono regula também a produção de leptina e grelina, substâncias que influenciam no apetite e são essenciais ao controle dos excessos alimentares e equilíbrio da dieta.

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