Hábitos que impactam seu sono
Há sempre muita controvérsia sobre hábitos que favorecem ou comprometem a qualidade do sono, por isso, Colchões Center traz alguns esclarecimentos sobre o tema. Cabe mencionar que as explicações a seguir estão fundamentadas em pesquisas publicadas em artigos ou periódicos científicos.
– Café pode dificultar o sono, mas não por supostas alterações na frequência cardíaca ou pressão arterial como alguns pensam. Café é estimulante do sistema nervoso central, aumenta níveis de alerta e concentração, assim como qualquer bebida ou alimento contendo cafeína (chocolate, chá verde, guaraná). De maneira simples, o cérebro acelera quando é necessário reduzir o ritmo para repousar. Consumo regular de café, em quantidades moderadas e longe do horário de ir para a cama não afeta em nada o sono.
– Alimentação pode favorecer o sono. Há muitos alimentos que contêm uma substância chamada triptofano (laticínios, nozes, castanhas, peixes, ovos, banana e mais algumas frutas). O triptofano é essencial à produção, pelo corpo, de serotonina, o neurotransmissor associado a prazer e bem-estar, assim como a melatonina, conhecida como “hormônio do sono”, nosso regulador de “relógio biológico”, antioxidante e benéfico ao sistema cardiovascular. Alimentos ricos em vitamina B3 também são interessantes, pois estimulam a produção de serotonina e consequentemente contribuem na liberação de melatonina. Alimentação balanceada gera benefícios ao sistema cardiovascular, com efeitos positivos sobre a qualidade do repouso. Cuidado apenas com a ingestão excessiva de alimentos antes de dormir, pois estômago cheio, com ou sem triptofano, não favorece sono de ninguém.
– Cigarro e outros derivados do tabaco são péssimos para o sono. A nicotina provoca uma descarga de adrenalina que afeta pressão arterial e frequência cardíaca, justamente quando é necessário amenizar o ritmo. O efeito pode perdurar por 6 horas, comprometendo quase todos os estágios do sono de uma noite. A amônia e o calor da fumaça inalada agridem mucosas da boca, nariz, garganta e brônquios, exigindo maior esforço respiratório, impactando também na qualidade do repouso.
– Ambiente de descanso merece muita atenção. Colchão precisa estar ajustado ao biotipo do usuário, assim como preferências quanto à firmeza, retenção de calor, presença de hipoalergênicos. O material de fabricação, a espessura e a consistência do travesseiro são igualmente importantes. Higiene do local de repouso, incluindo a própria cama, é fundamental. Luzes e sons não são bem-vindos. O corpo precisa de escuridão e silêncio para repousar adequadamente. Se for possível reduzir gradativamente a iluminação no interior da casa pouco antes de dormir, melhor ainda. Cores dos objetos de quarto, móveis e lençóis podem ser diferenciais, por isso, vale um ajuste na decoração.
– Atividade física regular tem efeitos positivos sobre a qualidade do sono. Estimula a liberação do hormônio endorfina e do neurotransmissor serotonina. A endorfina produz sensação de bem-estar e tem efeito analgésico. A serotonina tem influência sobre o humor, auxilia no combate ao stress e viabiliza a produção de melatonina. Estas substâncias combinadas e o relaxamento obtido nas horas posteriores à atividade física são excelentes indutores do sono. Caminhadas, corridas, natação e outras atividades em piscinas, ciclismo, exercícios ao ar livre, esportes, lutas, danças, exercícios em escadarias, práticas em academias, todos são benéficos ao sono, desde que não sejam cometidos excessos e haja regularidade, portanto, não serve o “atleta de final de semana”. Com orientação por especialista, ainda melhor. Evite apenas se exercitar perto da hora de dormir, para não prejudicar o relaxamento necessário ao início do período de repouso.
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