7 verdades sobre o sono

7 verdades sobre o sono

Algumas afirmações verdadeiras sobre o sono, cientificamente comprovadas, para convencer você a cuidar bem do ambiente e dos itens utilizados no seu tempo de descanso.

1 – Duração do descanso também é importante. O ciclo do sono é composto de estágios, agrupados em duas grandes fases denominadas não-REM e REM. O tempo de cada estágio varia ao longo da noite, mas um adulto deve cumprir, no mínimo, 4 ciclos completos, cada um com duração média de 100 minutos. Normal que se tenha 5 ciclos integrais durante o período de repouso. Quem fizer as contas chegará a valores entre 6 horas e 40 minutos a pouco mais de 8 horas. Por isso que especialistas indicam 7 a 9 horas dedicadas ao descanso por noite. O intervalo deve ser respeitado e não é recomendável adotar medidas de “condicionamento” para dormir menos. Cedo ou tarde, a saúde será penalizada.

2 – Os picos de produção das principais substâncias envolvidas na construção e recuperação de tecidos do corpo acontecem durante o sono. Duração ideal e qualidade do repouso concorrem para a manutenção de níveis adequados das mesmas. O hormônio do crescimento, também conhecido como somatotropina ou GH, é essencial à síntese de proteínas e indispensável ao desenvolvimento de crianças e jovens. A testosterona, anabólico produzido naturalmente pelos organismos de homens e mulheres, contribui para a preservação da massa muscular e densidade óssea. Durante o repouso, são repostas as fibrilas de colágeno, substância que representa 25% do volume total de proteínas do corpo.

3 – Luz afeta o sono, mesmo que ela seja de fonte artificial. A produção de melatonina, o principal hormônio regulador do sono, amplia-se somente quando a retina capta a redução da luz que acontece com a proximidade da noite. A ausência de iluminação é que prepara o corpo para o repouso. Lâmpadas e o brilho de telas de TV, smartphone ou computador de qualquer tipo impedem que o organismo disponha de níveis adequados de melatonina, mantendo-nos ativos. Com o anoitecer, ideal que a iluminação do ambiente seja reduzida e as atividades com objetos emissores de luz sejam encerradas. Na hora de dormir, escuro total, de preferência. Durante o dia, alguns minutos de exposição à luz solar podem melhorar os níveis do neurotransmissor serotonina, mais um estímulo para o descanso noturno. Entretanto, deitou-se sobre o colchão, nada de luzes.

4 – Privação de sono provoca elevação irregular dos níveis de cortisol, conhecido como “hormônio do estresse”. Um dos efeitos indesejáveis é a diminuição das reservas de proteína nos tecidos do organismo, resultante da conversão em fontes de energia a serem armazenadas no fígado. Durante o processo que resulta na degradação das proteínas, as funções anabólicas de recuperação dos tecidos mencionados permanecem paralisadas. Outro efeito nocivo da elevação do nível de cortisol é o aumento da resistência à insulina, substância produzida no pâncreas responsável pela transferência da glicose do sangue para o interior das células, onde pode servir de fonte de energia. A reação resulta na maior concentração de açúcares no sangue, condição que serve como mecanismo de defesa do corpo quando em situações de alerta ou risco, mas que em desequilíbrio pode contribuir para o desenvolvimento do diabetes tipo 2.

5 – A redução da frequência cardíaca e da pressão arterial naturais no período de sono promovem descanso ao sistema cardiovascular, prevenindo o desenvolvimento de doenças do coração e minimizando o risco de acidentes vasculares. O repouso equilibra os níveis do hormônio do crescimento, testosterona e cortisol, resultando em aumento do vigor físico, maior queima de gorduras, regulação do apetite e controle da glicemia, efeitos benéficos à saúde cardiovascular. Dormir bem e praticar atividades físicas regulares são a combinação ideal para manter o sistema cardiovascular em excelente estado.

6 – O sono ajuda a manter a saúde do cérebro e do sistema nervoso central. O líquido cefalorraquidiano, também chamado LCR ou líquor, uma substância produzida pelo organismo e que auxilia na proteção do córtex e da medula espinhal, flui pelo tecido cerebral enquanto dormimos e remove resíduos ali presentes. Esta operação só é possível no período do repouso, haja vista a significativa redução da atividade cerebral por tempo prolongado. O acúmulo indevido de tais resíduos pode contribuir para o desenvolvimento de doenças neurodegenerativas, daí a importância da ação do líquor. O líquido cefalorraquidiano também transporta nutrientes pelo sistema nervoso central. Exames realizados a partir da coleta de quantidades de LCR permitem a investigação de diferentes enfermidades do sistema nervoso.

7 – Sono de qualidade aumenta a segurança. Entidades que regulamentam o trânsito concluíram que sono e fadiga matam mais do que bebidas alcoólicas. Países na Europa, Estados Unidos e Brasil chegaram a esta mesma conclusão, analisando os históricos e investigações de acidentes. Privação de sono afeta funções cognitivas, nível de alerta, controle motor e a função sensório-perceptiva (vinculada aos 5 sentidos humanos), limitando consideravelmente a capacidade de resposta ágil em situações imprevistas. Dormir mal possibilita a ocorrência de episódios chamados “microssonos”, períodos de inconsciência de apenas alguns segundos, mas capazes de provocar graves acidentes no trânsito ou no ambiente de trabalho. Autoridades brasileiras estimam que mais da metade dos acidentes automobilísticos no país têm como causa sono ou fadiga.

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